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OS PREMIADOS DE
2000 DO IAB/RJ
Fonte:
Revista Projeto Design - Janeiro 2001
Um projeto edificado e um trabalho
escrito foram os vencedores entre os 31 inscritos da 38a. Premiação
Anual do IAB/RJ. Os resultados foram divulgados no dia 8 de dezembro
e incluem a concessão, pelo júri, de cinco menções honrosas.
O Estúdio/Criação, de Jozé Cândido
S. Lacerda, recebeu o prêmio de projeto edificado por sua perfeita
integração à topografia do terreno, na avaliação dos jurados, que
o consideraram um marco arquitetônico de qualidade que se destaca
pela ousadia formal e expressiva linguagem estética, rompendo com
os padrões comuns de projeto. Com estrutura em balanço, a edificação,
atirantada por cabos de aço, alterna panos de vidro temperado e
panos cegos de concreto.
O trabalho escrito premiado, Arquitetura
do espetáculo, de Evelyn Furquim Werneck Lima, faz
uma reconstituição das casas de espetáculos do Rio de Janeiro. As
menções honrosas foram para: Rio Design Barra, projeto de Fernando
Abreu, João Vicente Amaral Mello e Max Gruxman; o CD-Rom Arké, de
Beatriz de Oliveira, Maurício NAcif e César Mattos; a obra Casa/Ateliê,
de Carlos Pingarilho; o trabalho de reciclagem da Divisão de Desenho
Industrial do Instituto Nacional de Tecnologia, de Cláudio Aguiar;
e o projeto de interiores da redação do
jornal O Dia, de Venétia Santos, Liane e Sérgio Flemming. A
comissão julgadora foi composta por Adir ben Kauss, Edmundo Musa,
Sabino Barroso (indicados pelo conselho administrativo do IAB/RJ),
Lilian Fessler Vaz e Ricardo Menescal (escolhidos pelos concorrentes).
O projeto do Centro de Arte Contemporânea,
de Ana Holk, foi o vencedor do concurso Arquitetos de Amanhã 2000,
também promovido pelo IAB/RJ. A contemporaniedade, a seriedade do
pensamento cultural e a demonstração de criatividade foram as razões
apontadas pelo júri para a escolha. Receberam menções honrosas o
trabalho teórico O Pedregulho, de Flávia Brito do Nascimento, "pelo
caráter de registro crítico de uma obra exemplar da arquitetura
moderna"; o Aeroporto Internacional de Viracopos, de Monique
Arantes. "pela desenvoltura e expressividade no tratamento
de um programa de grande escala"; e o Centro Cultural da Lapa,
de Priscila Marinho e Renata Jardim, "pelo rigor da organização
dos espaços, dos alinhamentos e da conformação dos volumes".
O júri foi composto por Letícia Magiano Hazan, Vera Lúcia Fernando
de Almeida Freitas (indicados pelo IAB/RJ), Fabiana Izaga e Ítalo
Campofiorito (escolhidos pelos concorrentes).
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